FANDOM


Não definem gênero e nem número. Para se concluir a quem se refere, um determinado adjetivo deve vir acompanhado do seu substantivo (como no inglês), pois será o substantivo a classe que irá definir gênero e quantidade. Como adjetivo não define gênero, podem terminar com qualquer vogal.

Para dar sentido contrário a um adjetivo, o mesmo deve vir acompanhado do prefixo i antes da palavra. Por conta disto, não pode nenhum adjetivo começar com vogal.

Seria como no português:

reduzível > irreduzível

Os adjetivos substantivados não variam em número quando assumem papel de sujeito na oração.


Abaixo entendimento anterior, sujeito a mudança, de repente pode se tornar o entendimento atual novamente:

Os adjetivos somente poderão definir número em uma ocasião, se ele forem adjetivos substantivados, ou seja, fazem papel de sujeito na oração. Ou seja, quando uma oração tem sujeito + adjetivo, o adjetivo não se flexibiliza em número para acompanhar o sujeito se ele estiver pluralizado.

Exemplo com a regra geral da Cuta (em português para melhor compreensão):

Os homens bonito são metidos.

Os homens bonitões são metidos.

Exemplo com a exceção da Cuta (em português para melhor compreensão):

Os bonitos são metidos.

Os bonitões são metidos.

Claro que nestes exemplos "bonito" é um adjetivo do gênero masculino no português, mas imagine que eles não definem sexo neste caso.


Pensou-se bastante na situação e se achou razoável abrir uma exceção neste caso, colocando-se a regra do português quando ao número para adjetivos mas somente se eles tiverem papel de sujeito na oração.

No português se permite uma contração interessante. Exemplo (na regras do português):

Os homens muito bonitos são metidos.

Pode-se contrair a expressão "muito bonitos" para "bonitões", já que o advérbio de intensidade "muito" intensifica a qualidade "bonitos" e o sufixo "ão" dá intensidade para adjetivos e substantivos no português, ficando assim:

Os homens bonitões são metidos.

E quando o adjetivo de torna substantivado assumindo papel de sujeito, permite-se contrair ainda mais:

Os bonitões são metidos.

Como é uma construção seca e curta, que obedece os mesmos princípios da Cuta, admitiu-se tal regra para encurtamento das orações. Mas ainda sim é permitido, para a Cuta, criar uma oração sem encurtamento dos elementos, mas se terá esta opção para encurtar as orações e se prefere que seja assim normalmente.

Por serem adjetivos sem gênero, supõe-se que, no caso de contração, o receptor já tem um conhecimento prévio relativo ao emissor. Considere que no exemplo a seguir, essas duas pessoas já haviam comentado sobre os homens bonitos que observaram. Vamos pegar a palavra "bonitos" e transformá-la para "bonitis" e "metidos" para "metidis", somente de demonstração, já que termiando em i não remete a nenhum gênero no português. Pegando os exemplos anteriores, o emissor fala para o receptor:

Emissor: -- Os bonitis são metidis.

Baseado no pressuposto, o receptor responde:

Receptor: -- Realmente são.

No exemplo a seguir, o receptor já sabe previamente de quem o emissor está se referindo, no caso, homens bonitos. Por isto a desnecessidade de gênero no adjetivo. Mas vamos supor que o receptor não sabe quem é, ele ficará na dúvida:

Receptor: -- Quem são metidis?

Emissor: -- Os homens bonitis da festa.

Como visto, foi necessário um esclarecimento por parte do receptor para indicar a quem se referia, se homem ou mulher.

Mas vamos pegar um exemplo normal no português usando a mesma situação. Consideremos:

Emissor: -- Os bonitos são metidos.

Baseado no substantivo adjetivado (sujeito) e no adjetivo, o receptor entende que se trata de um homem. A partir disto a conversa pode tomar diferentes rumos, ela pode concorda, não concordar ou perguntar quais dos homens bonitos (se tiver mais de 2) que são metidos.

Fazendo um comparativo entre as duas agora:

Na Cuta o adjetivo não tem gênero mesmo substantivado sendo necessário, se não houver informação anterior, do emissor explicar de qual gênero se trata.

No Português o adjetivo tem gênero substantivado sendo possível explicar sem delongas a que gênero pertence diminuindo o campo de dúvida do receptor.

Qual dos dois é melhor? Ambos tem vantagens e desvantagens.

A abordagem no Cuta facilita o aprendizado e evita erros de pronúncia e escrita ao evitar de escrever ou falar o adjetivo com gênero errado para pessoa errada diminuindo a complexidade de se aprender a língua. E como o singular do adjetivo é regra (mas tem a exceção dita anteriormente) se evita que a palavra fique maior com o acréscimo do s ao final da palavra.

Todos os itens (1)